Uma mudança pequetita, pequetitinha mesmo! Um apezinho de 30 metros quadrados e uma mudança de 40 caixas.Download concluído com sucesso!

Já vou logo avisando que tô ausente mas o blog num tá morto não, hein? Vem aí uma sequência de postagens de três mudanças, três perfis de clientes diferentes, uma pequena, uma média, uma grande. Oxe! Projetos deliciosos, audaciosos e que exigiram muito de mim e da minha equipe.

Vamos começar pela minimalista?

Como sempre uma indicação da mãe de uma amiga querida. Ela veio com toda pompa e circunstância. Uma mudança de SP para o RJ, MI-NúS-CU-LA! Sim, foram 40 caixas somente, mas caixas estas que só chegaram às 14h quando eu só tinha projetado uma diária extendida. Enfim, riscos é o que mais corro na vida. Mas sempre vale à pena!

Vamos falar da cliente? Fofa, querida, divorciada, filhos adultos, já tem até nentinhas gêmeas (super me identifiquei), independente, guerreira e de um bom gosto que meu Deus do céu!!! Veio de uma casa enorme para um AP de no máximo 30 metros quadrados. E vou falar, foi um tiro no escuro. Essa mudança poderia ser enorme e eu ia me dar muito mal nessa história, porque ela nos contratou por telefone e whatsaap. Tudo foi tratado via celular, e olhe lá. Tive que confiar cegamente no que ela me dizia e em todas as informações que me foram sendo passadas. No volume, no tamanho das coisas que chegariam etc etc etc. Um tiro no escuro mesmo! Mas com o passar do tempo, pois esse tráfico de informações durou mais de um mês, fui entendendo que ela era um pessoa muito transparente e que eu podia confiar em tudo o que ela me dizia. E bingo! Não é que deu certo?

Voltando…mudança que chegou às 14h, num caminhãozinho baú e num prédio misto, ou seja sobe e desce danado de elevador. Mas que em menos de uma hora estava tudo lá em cima, “socado”dentro desse apezinho. Agora vc imagina um apartamento de quaaaase 30 metros quadrados com todas essas caixas lá dentro? Uma loucura!!! E a equipe, éramos somente eu e uma assistente, ponto, nem cabia mais gente lá! Mas conseguimos fazer e acontecer, tivemos a cama como apoio, pois era o único lugar que tínhamos vazio e plano. Lá colocamos todas as roupas, roupas de cama, cabides e acessórios e no chão os sapatos. E de fato ela trouxe uma quantidade espartana, que coube sob medida nos espaços tão milimetricamente e lindamente projetados por ela. Aliás, eu não falei sobre a lindeza que era o apartamento, num prédio muito feio, ruim, num local próximo a um túnel barulhento, mas gentcheeeeem, que coisa mais rica! Ela levantou uma parede para dividir os ambientes, cinza esquimó, ai como amo os cinzas! Banheiro e cozinha com revestimento lindo e branquinho, branquinho! Roupas de cama, almofadas, decoração impecáveis, tudo, tudo lindo, não tô mentindo, espia aí…

Então, uma mudança que começou às 15h, porque até esvaziar o caminhão foi isso né? E finalizamos lindamente às 18h30, com todas as roupas dentro do armário e gavetas. Cama baú organizada. Banheiro com suas gavetinhas impecáveis. Ficou pra trás somente a cozinha, porque o armário ainda não tinha chegado ainda, na época, mas o download já foi concluído com sucesso.
Acho que me encantei tanto com a decoração, que a organização passou a ser secundária, mas teve fotinhas também. Bem poucas na verdade, mas olha que delícia?

A próxima mudança? Vem aí em breve no blog. A mediana complicadinha. Conto maiores detalhes na próxima postagem ok?

Beijos da menina do AO
Verônica Cavalcanti

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Uma mudança sonhada e planejada para a Europa e uma vida e um apartamento que ficou pra trás. Missão: desmontar, classificar, encaixotar e despachar via container concluída com sucesso!

Mais uma família que se manda para a Europa e deixa o Brasil pra trás! Pra nossa infelicidade, mas para felicidade deles. Não sei bem a história, mas até onde sei, tudo foi devidamente planejado, estudado, sonhado até que concretizado. O pedido de socorro veio através de uma grande amiga que temos em comum. Ela ficou responsável pelo esvaziamento e possível venda do apartamento. Então, nos acionou para fazer isso, usando critérios pré-estabelecidos pela cliente. Muitas coisas seriam doadas. Outras, doações específicas. Livros, roupas e memórias seriam classificados e seguiriam para um depósito.

O apartamento estava ainda com muitas coisas. Do tipo, armário de banheiro com todas os produtos dentro. Pela cobertura duplex, brinquedos espalhados por todos os espaços. A cozinha ficou pra trás, montada. Nos quartos, somente as roupas de verão ficaram, poucas bem verdade, para o potencial dos espaços, imagino eu. Mas no home office, Jesuiiiiiiss, ele ficou inteiro pra trás. Pastas com documentos, memórias, material de papelaria e livros, muuuuitos livros. Bem, para a cliente apresentamos duas propostas. Uma com a triagem de todo o conteúdo e obviamente, embalagem dos mesmos, e uma segunda proposta com tudo isso e mais a catalogação dos livros, que para eles era de suma importância. Obviamente, com valores diferenciados. Ela comprou a proposta dois, que incluía a catalogação dos livros.

O trabalho começou com força total e uma equipe de três pessoas. A primeira nós nos coordenamos numa força tarefa para esvaziar todo o apartamento. Fizemos uma triagem em tudo o que era significativo e que seguiria para o depósito, o resto, muitas coisas foram doadas para um casal com filhas gêmeas cuja casa havia pegado fogo na ocasião e perderam tudo. O que sobrou, seguiu para várias pessoas e instituições diferentes. Sei que, com as doações conseguimos montar uma cozinha inteira para o casal cuja casa incendiou. E uma boa cozinha, com tudo o que era necessário, inclusive eletrodomésticos. Essa pra mim é a melhor das sensações! Adoro quando o cliente delega a doação. Me dá carta branca. É tanta gente pra ajudar, e nesse caso, especificamente, veio à calhar uma situação desastrosa de uma família que eu nem conhecia mas vi pelas redes sociais e o marido da minha amiga, que coincidentemente os conhecia. Felicidade define, viu?

Para este trabalho, projetamos oito dias, lembrando que estava incluso a organização e catalogação de mais de mil livros. Que na verdade, eu achava que seria uns seiscentos, mas quando a gente colocou a mão na massa mesmo, descobrimos o que??? Adivinha??? Que existiam livros, atrás de livros. Sim, eu dei esse mole na hora de orçar. Na verdade, eu sempre pergunto ao cliente quando faço esse tipo de orçamento, mas como nesse caso, especificamente o orçamento foi feito com outra pessoa que não o próprio cliente. Esqueci. Completamente. Poderia ter perguntado pelo whatsaap, mas… A sorte, ou por competência mesmo, conseguimos cumprir prazo. Apertado, mas conseguimos. Gastamos quatro dias para desmontar todo esse duplex, bem grandinho por sinal. Encaixotamos tudo, de doação às coisas que iriam seguir para o depósito. Foram 50 caixas e mais de 20 sacos de 200 litros de lixo com coisas dentro. Tudo devidamente classificado e separado e mais, tudo inventariado. Mesmo não estando lá, ela sabia exatamente o conteúdo de cada caixa, caso quisesse buscar algo urgente ou importante. Então, no terceiro dia de trabalho, quando eu já havia direcionado tudo e as meninas seguiam sozinhas, eu aproveitei para começar o trabalho dos livros, sozinha, porque esse é um trabalho que pertence ao meu universo. Ainda não encontrei ninguém para seguir meu legado nessa arte, por enquanto. Bem, esse trabalho de catalogação levou quase cinco dias, porque primeiro obviamente tivemos que descer todos os livros e ir separando um a um de acordo com a classificação, e foi aí que descobrimos que atrás deles, tinham outros mais, muito mais. E quando acabou essa primeira parte, mais fácil e dinâmica por sinal, o lap top entrou em ação. E dentro do prazo certinho nasceu uma mudança encaixotada e uma biblioteca catalogada. Foi corrido viu, mas deu muito certo.

E assim finalizamos mais uma história de amor com a organização e com o objetivo sempre, sempre alcançado. Porque se não for assim, eu não entro na guerra. Na próxima postagem, mais uma historinha linda de uma mudança oposta, micra, pequenérrima, e de um AP charmosíssimo de 25 metros quadrados, onde nada poderia ficar fora do lugar. E não ficou! Em breve, muito em breve!

Boa semana e sorte minha gente!

beijos
Verônica Cavalcanti

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Um apartamento giga. Uma família vinda da Europa para morar no Brasil. Uma história nada convencional. E duas mudanças para colocar num apartamento. Curtimos, viu?

Nos dividindo entre projetos novos e um mundo de fotografias para organizar e digitalizar…os filhos…a rotina deles…a casa…a crise. Enfim, tudo junto e misturado faz um diferença enorme nos dias de hj! Então, esse post é sobre um trabalho que aconteceu alguns meses atrás. Mas que foi tão interessante, tão interessante, e tem tantas informações para agregar, que acho, que ainda que tenha perdido o timer, vale à pena contar.

Um história interessante e não me canso de admirar, as novas famílias, multiculturais, aquelas que quebram padrões. Sou fã disso! E essa família é assim. Uma mulher, altíssima executiva, européia, que veio ao Brasil para assumir a presidência de uma multinacional de cosméticos. Casada com um carioca, daquelexxxxxxxxxxxxxxxxx, que amam bixcoito Globo e toma Matte Leão, porque todos nós cariocas amamos isso, obviamente. Uma casal de filhos pequenos, ela com uns 5 anos, e ele com 8 anos. Um a cara do pai, a outra, européia como a mãe. O máximo!

O pedido de socorro veio pela arquiteta. Nossa velha parceira de sempre. Essa família vinha da Europa, uma mudança que já tinha chegado e estava no guarda móvel pois veio de container. E eles, abrigados num apartamento pequeno em Ipanema, com uma outra mudança por fazer. A missão era juntar duas casas num senhor apartamento triplex no mesmo bairro. Um vista mar de tirar o fôlego. Três andares com muitos armários para preencher e uma família onde o homem toma a dianteira da casa, da rotina dos filhos, da escola, dos estudos, do mercado e afins e a mulher, trabalha fora e mundo afora como doida! Sensacional! Palmas para essa família desprendida de rótulos.

Entramos com a missão de montar primeiramente toda a primeira mudança. Não lembro mais quantas caixas, mas muitos brinquedos, louças, roupas e um enxoval de inverno que ela não abria mão, até porque viaja o mundo todo a trabalho e usa muito elas. A equipe do AO foi composta de 5 pessoas nos dias de pico, vcs já sabem né? Aqueles primeiros dias em que chegam as caixas ou que é preciso alavancar a casa. Neste caso, era a segunda opção, precisávamos alavancar a casa antes que as crianças entrassem e começassem a rotina escolar. Era um pedido do casal. E alavancamos. Uma equipe fazendo a cozinha, porque quando tem criança na jogada, esse espaço é prioridade. Outra no quarto das crianças começando a triagem em brinquedos e começando a montagem do armário de roupas.

Os dias seguintes foram de muita correria. A equipe se dividiu em, continuar o quarto das crianças enquanto a outra, já dava início ao closet do casal, que na verdade, era somente dela. Muuuuuita roupa, muita mesmo! De se esperar de uma mulher com o perfil e cargo dela! A roupa do marido, foi banida para o quarto vizinho, do filho e uma pequena parte mais social, para um armário em frente ao quarto do casal. Aqueles armários de corredor, que na verdade funciona mais como roupeiro, mas esse tinha uma arara, logo…
Depois de finalizado o quarto das crianças, o closet do casal, a cozinha, a área de serviço, o louceiro…chegou a vez dos livros, memórias, arquivos, banheiros, roupeiros e um armário no corredor com todos os cosméticos que vc possa imaginar. Muita, mas muita coisa mesmo! Esse é o mercado de trabalho, o expertise dela, era de se esperar E detalhe, ela tinha umas caixas da Muji, papelaria que sou louca de paixão, e que foram mega eficazes na organização. Foi uma mão na roda!

A etapa seguinte, foram nos andares de cima. Um quarto de inverno, ou seja, um espaço que abrigou todas as roupas de inverno da família. Os trench coats, cashmeres, casacos, lãs e acessórios, todos sem exceção foram para esse espaço. E vou falar? Ficou um espetáculo! Quando ela for viajar, é só ela ir nesse espaço e definir o que quer levar. Muito mais fácil. Também nesse andar, ficou um pequeno home office para as crianças. Um espaço para fazer os trabalhos escolares, tudo isso olhando o mar, ai, ai! A marcenaria, super generosa desse espaço, nos auxiliou e muito para guardar canetinhas, lápis, borrachas, cadernos e afins de todo esse universo.
Ah, nesse espaço ainda tinha uma cozinha gourmet deliciosa. Todos os acessórios escolhidos para ela pelo casal, foram acomodados e com muita folga.

Tá pensando que acabou???? Nananinanão!! Esqueceu que ainda tinha a mudança do apartamento pequeno de Ipanema para chegar?? Chegou. Então, eu não esperava tanta coisa. Tive que estender o contrato em mais dois dias e o cliente super entendeu. Aí começou tudo de novo…cozinha, área de serviço, armário das crianças, closet do casal etc…etc…etc…ajustar todo o volume recebido aos espaços já organizados e definidos e fazer as mudanças pertinentes. Um trabalho que nunca se esgota, amém!

O gran finale ficou por conta da sala, que de organização mesmo, só teve a roupa de mesa e uma cheirosa coleção de velas e essências, ajustadas para uma cômoda e um buffet laqueado poderoso. A decoração? Bem, eles contrataram uma senhora e querida arquiteta pra isso. Espetáculo, define!

Foram 7 dias para concluir tudo isso. Um apartamento de 400 metros quadrados, com muitos recursos e armários para abrigar tudo.Uma família especialísisma e que fez o que eu mais amo, nos deixou trabalhar livremente, nos deixou criar, nos deu o livre arbítrio. Resultado? Fotos lindas pra vcs curtirem e mais uma família feliz!

Beijos e até a próxima

Verônica Cavalcanti
Menina do AO

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Uma casa que transbordava amor, e bagunça também. Foi uma delícia fazer esse trabalho ainda que em feriados em fins de semana. Pra pessoas como essa família, negar é impossível!

Mãe e filha que moram em um apartamento de mais de 300 metros quadrados numa área nobre no RJ. Uma vida confortável sim, uma família com muitas histórias lindas de vida, história de empreendedorismo do avô (já amei né?), uma infinidade de roupas divididas em três quartos e mais um armário no corredor e cinco dias de intenso trabalho. Esse é o briefing desse trabalho que finalizou ontem.

Foram dias intensos. Muito trabalho, muita roupa, muito descarte mas muito bate papo, gargalhadas e comida boa. Os mimos que os clientes aprontam pra gente.

Todo esse trabalho foi ministrado no feriado de Tiradentes, sexta, sábado e domingo e mais o final de semana passado. Sempre fim de semana pois essa foi uma exigência das clientes que queriam estar juntas para participar do processo de descarte e ambas trabalham e muito durante a semana. Elas doaram muuuuuuitas coisas, sinceramente, eu perdi a conta. Acho que por baixo, uns 10 sacos de 200 litros de roupas e tecidos foram doados. Ainda assim, ficou muita coisa. Muita roupa distribuída em um closet e armários de vários espaços.Foram praticamente dois dias só descartando, o que não se queria mais. Nos demais dias, muita dobra e armários vazios, para limpeza e até colocação de remédio para cupim. Não, a gente não faz isso! Mas para elas, especificamente fizemos, porque eu estava com uma assistente que saca tudo do assunto e é uma exímia dona de casa, e ela mesma se prontificou a fazer. Só por isso e pra retribuir toda a delicadeza que nos foi dedicada durante o tempo que tivemos lá, do tipo, perguntar o que gostávamos de comer e ir pra cozinha junto com a empregada preparar deliciosos pratos. Sinceramente , isso não tem preço! Retribuir era o minimo. Sem contar que a harmonia e a sintonia entre as duas transbordava pra nós que éramos chamadas de “menininhas” o tempo todo! E a filha, carinhosamente chamada de “filhinha” com uma voz tão doce…ai, ai, confesso que bateu uma saudade da minha mãe antes da doença, mas enfim…

A segunda etapa, que veio no final de semana passado, já com cabides novos, escolhidos pela cliente diante das opções que oferecemos, foi a hora de montar os armários. Aff!!! Dois dias!! Dois dias inteiros em muito sobe e desce de escada para montar esses espaços. Muito cansativo, mas no meio, aliás, mais pro fim da tarde rolava sempre um almoço delicioso e a gente nem podia pensar em dizer não. A primeira vez que negamos um, uma bandeja recheada veio em nossa direção. E a hora do almoço, era a melhor! Hora de colocar o papo em dia, de rir, e de comer até cair porque mammys só ficava feliz se a gente comesse, rolou até uma cervejinha e vinho pra quem quisesse. E ainda tinha a sobremesa deliciosa. Dias incríveis vivemos nessa casa.Afeto que transbordava!

Penso que o descarte ocorreu de forma natural. Elas definiram tudo, fomos só conduzindo a história, mostrando as peças e fazendo mínimas observações quando era pertinente. Nada de perturbar a cabeça do cliente e pressionar para que doe mais e mais. Foi fluindo naturalmente e lindamente e o resultado foi impecável. E com as doações, teve lugar pra tudo confortavelmente, que é o mais importante, além de sobrar espaço e ter portas de armário vazias. Isso mesmo, vazias!

MORAL DA HISTÓRIA:
Nesse trabalho, tirei a maior das conclusões desses anos de trabalho. Na verdade o trabalho de Organizer é muito maior do que dobrar e pendurar roupas, aliás, dobrar bem dobradas. A dobra pra mim passou a ser secundária e quando eu comecei em residências oficialmente em 2004, ela era absoluta. Eu perdia horas e horas, dobrava e redobrava até ficar perfeita. Isso sem gabaritos ok? Hoje percebo que o valor que é dado ao meu trabalho está intimamente ligado ao prazer que eu proporciono ao meu cliente. Ao espaço novo, otimizado, com uma lógica que funcione para eles. Seja pendurando roupa de malha, de linha ou dobrando calça jeans, nós realizamos o desejo alheio sempre orientando para o melhor, mas com total consciência de que o nosso desejo pode não ser o mesmo do cliente. E se tem que ser bom, tem que ser bom principalmente pra quem mora na casa. Nada de imposições e induções. Nosso sucesso está no respeito aos sinais e a tudo o que ouvimos e observamos do nosso cliente e nas soluções espaciais com uma lógica personalizada que oferecemos e que podem ser perpetuadas por ele, sozinho, lindamente. Mas ainda assim te digo, existe a dependência emocional, ainda que ele siga sozinho, ele contrata o nosso serviço pela eficiência impressa quando o trabalho é feito em equipe, AO & cliente e pelo elo que se criou. E isso permite além da reincidência, um grau alto de indicações, e esse são os clientes que de fato vc irá fechar sem pestanejar, sem barganhar seu preço e mais, serão aqueles cliente que pagarão qq preço para ter vc na casa deles porque sabem o quanto vc vale. Ter uma caixa de e-mails cheia de pedidos de orçamentos pode ser tanta coisa, menos clientes em potencial. Isso, o boca a boca garante! Pense nisso!

Até a próxima…em breve, muito em breve!

Beijos e boa semana
Verônica Cavalcanti

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Zeca A Ordem, o livro que pra mim é um divisor de águas, como foi Zeca em minha vida, lá em 2004! Leia!!!

Então, a vida continua corrida. Nada muda. A rotina dos filhos incessante, pais com saúde frágil, trabalhos enormes e complicados e um corpo cansado. Incluir leitura nesse meio tempo pra mim é muito complicado. Começo a ler duas páginas e já tombo. Assim, durante anos eu desisti de ler qualquer livro e fui acumulando ao lado da minha cama uma pilha de 7 livros que variam de ficção a empreendedorismo, meu tema preferido. Aí eu soube que Zeca havia lançado seu livro. Bem, pra quem não sabe Zeca foi a pioneira nesse trabalho eu acredito que no Brasil, não somente no RJ. Por muito tempo eu acompanhei minimamente a trajetória dela. Em 2004 quando me aventurei de corpo e alma nesse universo residencial, não tínhamos o fácil acesso a internet. Meu computador era um Pentium e a internet discada, alguém lembra disso? Mas o mais difícil era: ela não se expunha. Não era fácil conseguir o contato dela. E também não sei se teria coragem de entrar em contato com ela, como tantas pessoas entram comigo. Sinceramente, ela era um mito pra mim. Inatingível! Até hj não a vejo circulando em rodas, eventos, não se mistura, não sei porque motivo e também não julgo, mas a admiro de montão!
Então, comecei a ler o livro no carnaval. Isso mesmo! Em um pedaço das minhas mini férias eu meti a cara deitadinha na rede em Angra. Dei uma boa alavancada. Foi-se o tempo em que eu conseguia ler um livro em um dia. Mas eu, ainda quem em férias, fraciono meu dia para descansar de fato, não pensar em nada. Em ir pra praia. Em dormir. Em ler.

A outra parte do livro, eu terminei de ler agora na Semana Santa, num resort onde eu finalmente tirei mais 4 dias das mini férias. Aliás, foi um investimento isso. Descobri que resort é tudo o que preciso. As crianças já tem autonomia para fazerem muitas coisas sozinhas, se viram nas refeições, e rodam o resort inteiro enquanto eu calmamente e deitada na espreguiçadeira lia meu livro. E sem falsa modéstia, me vi em Zeca. Entendi que o livro não é um produto de marketing. Me agregou pouca técnica, porque tenho a vivência e profundo conhecimento do meu mercado, ainda assim tirei umas cinco boas dicas que vou levar pra vida! Mas sem dúvida, os comentários, as histórias, a escrita é genuína. É de alguém que esteve, está, respira e vive o mercado e não apenas estuda sobre ele. Que não faz apologia ao desapego porque nem todo cliente quer e deseja isso. Trabalha demandas específicas e como eu sempre digo, trabalha a pessoa e não o espaço. Esse é o diferencial dela. Esse é o meu diferencial, ainda aprendiz mas chegarei lá sem perder minha essência, sem corromper meus valores. É isso! Conselho: leia!

beijos e boa semana
Verônica Cavalcanti

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